terça-feira, 28 de agosto de 2007


Cap.22 - O Carro Acelerado
[...] Vesper às vezes contava a Bond histórias engraçadas sobre o escritório da S. Aparentemente, ela fora transferida para lá da WRNS.
Em retribuição, Bond contava-lhe algumas de suas aventuras no Serviço Secreto.Bond ficou surpreso ao descobrir que tinha facilidade de conversar com ela.
Bond tratava a maioria das mulheres com uma mistura de seriedade e paixão. Considerava o longo tempo necessário para a sedução tão tedioso quanto os passos subsequentes para a separação.Considerava vergonhosa e hipócrita a trajetória convencional de um relacionamento: exprimir sentimentos, dar as mãos, beijar, abraçar, cama, mais cama, menos cama, tédio, lágrimas e fim amargo.
Cada vez mais evitava a mise-en-scène de cada um dos atos dessa peça - encontro na festa, restaurante, casa dele, casa dela, o passeio de fim de semana, depois as casas denovo, e então os álibis furtivos e a despedida zangada em alguma varanda sob a chuva.
Mas com Vesper não acontecia nada disso.Em meio ao tédio de sua internação, a presença de Vésper era um oásis de prazer. Suas conversas eram amistosas, com um leve toque de paixão"[...]

Um comentário:

Mandy. disse...

ameiii

a trajetória de um romance por james bond é simplesmente tudo!!!
*-*

concordo com ele, se pudessemos pular o tédio da conquista e todo aquele blá blá blá e depois aquele fim sempre igual... ai ai

te amooo amora

beijos.